A Flórida passou a adotar, nesta quarta-feira (1º), um novo salário-mínimo estadual de US$ 14 por hora para trabalhadores sem gorjetas, enquanto empregados que recebem gorjetas terão direito a pelo menos US$ 10,98 por hora.

O reajuste faz parte de um cronograma aprovado em 2020, que prevê aumentos anuais de US$ 1 por hora até 2026, quando o piso estadual chegará a US$ 15 por hora. A partir de 2027, os reajustes serão corrigidos de acordo com a inflação, garantindo que o valor acompanhe o custo de vida local.
De acordo com o canal Wesh, um trabalhador que recebe o piso e cumpre 40 horas semanais terá um ganho adicional estimado em US$ 2.080 por ano com o aumento de 2025.
Comparação nacional
O Distrito de Columbia lidera o ranking nacional com salário-mínimo de US$ 17,95 por hora, seguido por estados como Washington e Califórnia, que pagam acima de US$ 16 por hora. Já estados do Sul, como Mississippi e Tennessee, continuam próximos ao piso federal, congelado em US$ 7,25 por hora desde 2009.
Com o reajuste, a Flórida ocupa uma posição intermediária no cenário nacional de remuneração mínima.
Proteção legal
A Constituição estadual também prevê proteção contra retaliação, garantindo que trabalhadores possam denunciar empregadores que não respeitem o pagamento do piso sem risco de demissão ou punição.



1 comentário